Terça-feira, Fevereiro 07, 2006

Como prometido, voltei. Mas apenas para dizer xau. Tomei gosto pelo não escrever e pela privacidade total. Minhas palavras não são imprescindíveis e essencias para ninguém, nem para mim. Apenas viver e registar na mente as coisas importantes. Foi bom durante algum tempo, obrigação por outro, e encheção de lingüiça por mais um tanto. Já foi. Passou. Vou deixar o blog no ar por preguiça de salvá-lo e para que eu possa ter sempre acesso a parte realmente interessante, quando eu descobria a vida longe daqui, longe dos amigos e da família. Apenas isso. Por isso declaro esse blog, a partir de agora, oficialmente *fechado, inexistente e desativado*.

| Paula | 9:28 AM|
   Quinta-feira, Dezembro 08, 2005
Não se enganem. A calmaria é apenas aparente. Ando aprontando e espero poder contar das novidades no início de 2006. Com tanta "estripulia" me falta tempo para escrever aqui. O pensamento anda 100% focalizado num só objetivo. Assim que puder, venho aqui pra desanuviar!
| Paula | 6:49 AM|
   Terça-feira, Novembro 22, 2005
Assistindo à TV durante meu desjejum me deparei com mais uma das muitas propagandas toscas daqui de Salvador. Era sobre consórcio de moto e aí tinha um "garoto propaganda" falando - e como! - sobre as vantagens, a concessionária, blá, blá, blá...

O ápice da tosquidão aconteceu no final quando nosso amigo falador diz a seguinte frase: "Venha já pegar a sua! Eu, Tonho Matéria*, já peguei a minha!" ... e sai montadinho em sua recém-adquirida moto vremeia.

Ãhn? Que decadência... o cara é chamado para fazer o comercial porque "é famoso" mas tem que se identificar porque corre o risco de não ser reconhecido pelo "público alvo". Ainda bem que desisti a tempo de mostrar ao mundo (?) com sou talentosa. Jamais correrei o risco de pagar esse mico, hehehe.


*Tonho Matéria é mais um cantor de axé bem tradiconal - e provavelmente esquecido - daqui de Salvador.
| Paula | 6:28 AM|
   Sexta-feira, Novembro 04, 2005
Post Editado (erro de escrita brabooo! quem viu? :P)

Às (muitas!) vezes bate o desespero. A corda aperta no pescoço, os calos dos pés latejam, falta o ar, a cabeça se confunde toda, a visão fica turva. E aí, môdeus? O que fazer nessas hora? Enlouquecer?

Nã nã nãni nã não. Quando minha vida caminha para essa realidade eu me apego na certeza de que o início para grandes mudanças é justamente esta fase desconfortável. O caos é a primeira etapa para a melhora de aspectos e elementos da vida que já não iam tão bem. O caos nos impulsiona e nos dá a força necessária pra virar a mesa - a força que a gente nunca pensou que tinha dentro da gente. Ao invés de desesperar-nos, comemoremos o caos!

E agora já enxergo uma luz mais adiante. Tomara meu Deus, tomara mesmo, dicumforça que tudo se desenrole da forma mais tranqüila possível. Cansei de querer isso ou querer aquilo. Cansei de viajar nas possibilidades, de me deliciar com meus pensamentos mais extravagantes que me levavam a lugares excitantes porém beirando o impossível. Quero o real, o palpável, o possível. Que chegue minha vez, Senhor. Obrigada por tudo, por todas as fases de minha vida de confusões, alegrias, insatisfações, plenitude... todas elas me trouxeram aqui. Só que agora eu quero virar gente grande; deixar de sonhar e começar a viver. É só isso que eu quero. Amém.

| Paula | 7:01 AM|
   Segunda-feira, Outubro 31, 2005
Parece que fui ouvida. A felicidade toda diminuiu, mas também nada de tristeza. Porque bom mesmo é ter alguém para nos assegurar de que tudo vai ficar bem; é só uma questão de paciência e tempo.

| Paula | 4:19 PM|
   Terça-feira, Outubro 25, 2005
"It´s a beautiful day...!!!!"

Impressionante! Semana passada eu andava meio cabrobró, meio cheia de queixas, desesperos, peito vazio, cabeça meio conturbada, esperança fora do meu alcance. Aí hoje, eis que eu acordo depois de uma noite excelentemente dormida, vejo o sol lá fora, a música do U2 na cabeça e a felicidade de constatar que o pesadelo tido durante a noite era, de fato, apenas um pesadelo. E aí pronto; acabo de me nomear, baseado no que sinto neste exato momento, a pessoa mais feliz do mundo. Mas eu não vou mentir: morro de medo de montanha-russa. E quem tá no topo um dia cai. E quanto maior a altura, maior será a queda - já diziam as amigas invejosas. Mas o pior é que é vero. Partindo daí, grito aos céus: "Deus, uma felicidadezinha meia-boca tá de bom tamanho! Dá pra ser?"

| Paula | 7:50 AM|
   Quarta-feira, Outubro 19, 2005
Resolvi deixar de ser fuleira e responder o questionário que a abiga me pediu!

7 coisas que eu odeio fazer ou que me dão medo

- Odeio fígado
- Odeio dirigir em Salvador, na hora do rush
- Odeio filhinho de papai que faz racha
- Odeio gente prepotente
- Medo de ferir pessoas sem querer
- Medo de ser uma pessoa medíocre
- Medo da violência

7 coisas de que eu gosto

- Pipoca de canela
- O mar e andar na com pé na areia
- Cafuné
- Massagens
- O fato de amar e ser amada pelo Pequeno
- Comer caranguejo
- Dançar sob a luz da lua, mesmo sem música, com o Pequeno

7 coisas importantes na minha sala
- O computador
- Minha webcam
- O ventilador
- Os livros de Zíbia
- Todos os porta-retratos com fotos dos familiares
- O telefone
- O aparelho de DVD

7 fatos sobre a minha pessoa

- Sou formada em Turismo
- Morei 2 anos no EUA
- Sou viciada em coca ligth
- Já encontrei meu amor de toda a vida
- Tenho 2 tattoos
- Tenho 2 irmãs mais velhas
- Choro mais que tudo

7 coisas que planejo fazer antes de morrer

- Construir uma família (imitei Beta!)
- Voltar a dançar
- Ser uma pessoa menos ansiosa (imitei de novo!)
- Voltar a tocar um instrumento
- Passar num bom concurso público
- Me entender
- Manter a postura "zen" mesmo no sufoco do trânsito

7 coisas que consigo/posso fazer

- Dormir por 10 horas seguidas
- Acordar muito cedo pra ir pra academia
- Falar inglês fluentemente
- Escalar
- Me comover com quadros que passa no Faustão
- Dançar sem dar vexame
- Cantar debaixo do chuveiro sem quebrar o espelho

7 coisas que não faço ou não poderia fazer

- Roubar dos que mais precisam
- Comprar qualquer coisa na Daslu (nem se eu tivesse grana!)
- Comer fígado
- Ser impessoal e racional
- Assistir "...E o vento levou" até o fim
- Derrubar alguém para conseguir o que quero
- Voar :P

7 coisas que eu mais digo

- "Como assim?"
- "Pequeno, eu te amo! Mas é muito, muito, muito, viu?"
- "Mentiiiiiiiiiiiiiraaaaaa!"
- "Sério?"
- "Repeat, please!" :P
- "O dinheiro já saiu, gente?"
- "Tenho faaaameeee..."

7 celebridades

- Meu Pequeno que é muito querido por vááárias pessoas
- Pony
- E quem mais entrar pro BBB...

| Paula | 12:23 PM|
   Segunda-feira, Outubro 17, 2005
Já sinto minhas patas crescendo! Sim, caranguejo no feriado de Quarta-feira e caranguejo no Sábado. Já já me transformo no próprio bicho. Arrastei o "pequeno" e Sílvio-figura para a Cabana do Tio João, antigo Canibal. Faço propaganda porque a galera tá trabalhando direitinho, ou seja, além do atendimento ser de ótima qualidade (raridade aqui em Salvador) os caranguejos são saborosos e grandes. Huuuuuuum, chega deu água na boca...

Sexta-feira teve comemoração do "Dia dos Professores" numa barraca linda de praia. Tudo limpinho, comida gostosa e - o melhor - tudo "0800". Ah, fala sério... rir até as últimas com os colegas mais sem noção do planeta, em frente ao mar, cervejinha, tira-gosto e almoço de grátis... Bem, começo a ver, na prática, as vantagens de ser professor, hehehe. Mas também tem suas desvantagens; no meu dia de fato, 15 de outubro, Sábado, estava lá eu às 08:30 da manhã dando aula. E meus alunos neeeeeeem se lembraram de me dar os parabéns. Mas a gente releva... afinal, o gosto da farra do dia anterior ainda estava presente.


***

Começo a sentir de novo o sangue de "atleta de academia" correndo nas veias. Depois de 5 meses prostrando e 2 semanas enrolando na academia hoje acordei com mesmo pique dos velhos tempos. A esteira ficou devagar demais para mim, e eu pedalando mais parecia que a qualquer momento levantaria vôo, bem no estilo E.T. Ai, ai... que Deus conserve e Jesus aumente. Amém.

| Paula | 10:24 AM|
   Sexta-feira, Outubro 14, 2005
E como foi o feriado? Foi muito bom, sim senhor! Teve caranguejo com Si-si a qual fazia séculos que eu não via e foi tudo uma delícia. Tanto pelo caranguejo (tava muitoooooooooooooooo bom) quanto pela companhia. Sabe o que eu adoro entre eu e Simone? A maturidade da nossa amizade. Não tem cobranças, a gente respeita nossa história e sabe que, mesmo sem nos vermos e nos ligarmos com freqüência, quando nos falarmos nada vai ter mudado. Não tem nada melhor no mundo do que uma amizade em que as pessoas se respeitem, sabem dar espaço à outra parte e a deixem respirar. Como ela mesmo falou: "qualquer relacionamento que envolva cobranças deixa de ser genuíno". E deixa mesmo. Qualquer relacionamento que envolva cobranças, na verdade, nunca existiu.


Coincidentemente encontrei Tati no local em que fomos. E Tati, corrigindo o que afirmei no último post sobre amizade, é a minha única amiga de infância. E é tão bom ter a certeza de que, mesmo passando anos sem nos falarmos, quando nos encontrarmos o respeito pelo que vivemos e o carinho que temos uma pela outra estará ali.


E isso, claro, tem tudo a ver com o post de alguns dias atrás. Não gosto de cobranças, vou aqui, vou ali, volto, vou embora, chego de novo e gosto de ver meus amigos verdadeiros prontos a me aceitarem porque na verdade, eu nunca parti. E também porque sei que eles nunca partiram por mais que precisem se afastar. A amizade está acima dos contratempos, da falta de tempo, da correria, da mudança de rotina, da diferença de interesses, da decisão de seguir caminhos diferentes, de qualquer coisa.


Obrigada a todos os meus amigos que confiam no que eu sempre afirmo que sinto por eles. Eu amo vocês de verdade. :)

| Paula | 7:46 AM|
   Quarta-feira, Outubro 12, 2005
Certa feita um amigo soltou ao ar a seguinte pergunta: "Porque as mulheres ficam tensas e agressivas durante a TPM?". Eu, no alto da minha ómildade, comecei a dar todas as razões físicas que as nossas médicas e as revistas femininas veículam por aí: sofremos uma retensão braba de líquidos e isso aumenta a pressão sobre o cérebro, daí nos sentimenos irritadas e também porque tudo dói, e hormônios e blá blá blá...

Mas não era isso que ele queria saber. Ele queria saber a poesia por trás disso, a explicação da natureza. Explico: não é dito por aí que mães tem um sexto sentido bastante apurado para proteger o bebê? Não é dito por aí que na época da ovulação as mulheres exalam um cheiro que atrai os machos convidando-os para o ato sexual e a conseqüente fertilização do óvulo? Então, era esse ipo de explicação que o meu amigo indagador procurava.

E eu tenho uma teoria. Teoria esta baseada nas minhocas que crescem na minha cabeça, por favor. Não me responsabilizem demais pelas maluquices que escrevo aqui. Mas, vejam bem... demoramos um mês inteiro para preparar nosso corpo a fim de termos um dos nossos óvulos fertilizados. Os hormônios trabalham incessantemente para isso, sofremos com altos e baixo de humor, temperatura corporal, formato da silhueta e tantos outros sintomas ocultos que desconheço. Aí, passa o tempo da ovulação e o corpo dá sinais de que nada aconteceu. Mais uma sangria irá se iniciar, sendo só uma questão de tempo. Será que isso não é motivo suficiente para, inconscientemente, nos irritarmos? Algumas se sentem frustradas por todo o trabalho em vão. O ventre vazio se desmachará mais uma vez em lágrimas de sangue. Repito: não acho que nada disso seja consciente, faz parte dos mistérios que nos envolvem e nos explicam. Do mesmo jeito que ninguém se sente mais cheirosa quando ovula, ninguém se sente frustrada por não ter emprenhado na ovulação daquele mês. Essa é uma explicação meio animal, se refere ao nosso lado "bicho".

Será que fui clara e coerente? Ou muito louca e evasiva? Não importa. Se de fato ficamos brabas porque o "juízo" tá sendo pressionado pela retenção de líquidos prefiro muito mais acreditar na poesia e leveza da minha louca suposição. :)

| Paula | 8:21 AM|
   Segunda-feira, Outubro 10, 2005
Minha vida não parece uma história contínua jamais. As fases que vivo são tão diferentes umas das outras, e começam de forma tão brusca que parece que a cada mudança que ocorre na minha vida eu renasço. Não tenho amigos desde a infância, não sou o que queria ser quando criança, não tenho sonhos para o futuro... as coisas apenas acontecem. E a cada acontecimento desse eu tenho a impressão que re-começo a escrever minha história numa página em branco. Psicologicamente falando eu sei que não é assim, óbvio. Mas é que me sinto tão desgarrada em relação ao que vivi quando começo algum novo projeto que parece que começo dali, daquele instante. Não tenho raízes. Não tenho apegos. Não tenho necessidades de viver o ontem. De reviver momentos. Me acostumei a andar sozinha e ir descobrindo os lugares novos, as pessoas que me rodeiam, as músicas que tocam ali, os cheiros que sinto no momento. E depois de algum tempo, como uma cigana que nunca pára viajo para outra realidade, para outro universo e o processo se repete. Minha vida é uma eterna re-adaptação e quem tenta me prender no "para sempre" geralmente se decepciona comigo.

E eu ainda não sei se isso é bom ou ruim.

| Paula | 8:08 AM|
   Domingo, Outubro 09, 2005
*Reconsiderando*



Voltar ou não a escrever?

| Paula | 2:34 PM|
   Quarta-feira, Junho 29, 2005
Who cares?!
| Paula | 10:46 AM|
   Domingo, Junho 26, 2005
Saldo do feriado de São João...

- muitos chocolates ingeridos;
- Batman Begins no cinema e morrer de rir com Bubu;
- a 2ª temporada de Sex and the City toda assistida (e eu não me apaixonei pela série, apenas me dei conta de que Manhattan é, provavelmente, a capital da futilidade);
- 21 gramas no DVD;
- dançar forró no Aeroclube;
- comer pizza meio crua e ficar me sentindo mal;
- assistir Brasil x Alemanha e me dar conta de como a seleção de futebol anda jogando ruim de fato;
- encarnar a felina pela primeira vez desde que Terror teve aqui;
- uma Mc refeição ingerida depois de algum tempo sem comer na Mc;
- corrigir provas da turma querida e já sentir falta deles;
- muito mal-humor tepeêmico.
| Paula | 10:59 AM|
   Segunda-feira, Junho 20, 2005
Ontem eu e Bu fomos dar queixa do celular dele que foi levado. Coincidentemente, um rapaz de 19 anos tinha sido pego a pouco, justamente por roubo de celular. Ele e um outro "elemento" levaram o aparelho de uma menina mas apenas um dos dois, Roberto, foi pego.

Da onde eu estava dava para se ouvir o "interrogatório" ao qual Roberto foi submetido. "Filho de Lucifer, corno, demônio, filho da puta" e outros adjetivos desta mesma categoria foram utilizados para se dirigir ao rapaz. Não, não achem que eu sou defensora de ladrõezinhos malandros que não tem nem pena e nem coração na hora de roubar a gente. Acho sim que ele deve ser preso, agüentando as conseqüências previstas por lei.

O que me dá medo é que, como todos nós sabemos, ladrõezinhos de celular não ficam detidos por toda a vida. E quando Roberto sair da cadeia, se ele não se redimir, o que acho bem provável, onde ele vai descontar a raiva que ele sentiu na delegacia? Exatamente! Vai descontar nas próximas vítimas - eu, você, ele, ela, a vizinha, na prima da irmã do amigo, no tio, no namorado da sobrinha - que ele fizer. E quando ele abordar um inocente, as lembranças de uma noite sem sorte quando ele foi pego e humilhado até não poder mais estarão com ele, e o ódio vai lhe ferver a cabeça e será a sua vítima que vai receber o troco - e não os policiais armados que se encarregaram de interrogá-lo naquela noite.

Só vejo uma bola de neve aumentando na minha frente. A violência cresce, o medo cresce, a falta de respeito cresce, a banalização de vidas cresce. E onde é que isso tudo vai nos levar? Desta resposta tenho medos... muitos.

| Paula | 7:45 AM|
   Quinta-feira, Junho 09, 2005
Sabe o cd que comentei no post abaixo? Keane. Viciante! E as preferidas até então são Sunshine e Everybody´s Changing.

***

- Amiga, tou viciada na cantora fulana. Ouço a música na rádio e choro, é lindaaaaaa demais!

4 dias depois, recebo mensagem no celular:

"Passe no meu trabalho. Baixei o cd mais novo de fulana que tem a música que você chora e gravei para você."

Há como não se achar a pessoa mais bem servida de amigos da face da Terra?


| Paula | 12:29 PM|
   Quinta-feira, Junho 02, 2005
Então tem menos de que eu comecei a dar aulas no curso que eu trabalho agora. E, como não poderia deixar de ser, eu cheguei num espaço onde as pessoas já se conheciam há algum tempo (muitooooo ou tempo considerável), já estavam acostumadas umas com as outras, e iam muito bem, obrigada. Eu, a estranha, cheguei devagar como sempre chego. Tentei me aproximar dos que mais tinham a ver comigo e pedir um conselho daqui, escutar bastante e sempre o que me diziam, sem nunca perder a noção de "quem tem que se adaptar sou eu".

Hoje me sinto uma pessoa completamente adaptada e à vontade no meu ambiente de trabalho. As pessoas me tratam bem, damos risadas juntos, sou convidada para passear e "comer um acarajé ali do lado", troco confidências com algumas delas, ofereço cafuné e tenho o prazer de ouvir os colegas dizendo que minha companhia é agradável. Todos saímos lucrando; sempre disse aqui que hoje sou o que sou graças também às pessoas que cruzaram meu caminho e deixaram comigo um pouquinho da essência que carregam consigo. E meus colegas, cá para nós, são pessoas riquíssimas. Inteligentes, com histórias de vidas admiráveis, bagagens recheadas de experiências incomuns. Delícia conversar com qualquer um deles e aprender com o que não tive a oportunidade de viver.

Nesta tarde de quinta cheguei na sala dos professores com cara de chuchu. Sem graça, sem graça. Mas um colega querido elogiou meu óculos que nunca tinha visto antes, um outro baixou um cd inteiro da internet e gravou para me dar porque se lembrou de mim ao escutar as músicas, dois outros gargalhavam de mim completamente acampada no mundo da lua enquanto escutava ao presente. E minha cara de chuchu foi aos poucos tomando cor e ganhou um sorriso sincero.

Não sou perfeita e às vezes me sinto mal comigo mesma porque não sou capaz de ser 100% com as pessoas que são mais importantes para mim. Mas aí acontece essas coisas todas tão legais para me lembrar que eu tenho lá minhas qualidades e mesmo não sendo 100% (quem é?) eu sou sempre rodeada por pessoas que me dão espaço para que eu possa mostrar o melhor de mim, e me presenteam com um pedacinho do tesouro que cada qual carrega consigo. Isso me dá forças para que eu continue sendo como eu sou com as pessoas que amo, revendo meu erros e tentando superar minhas falhas na medida do possível. Espero conseguir. Obrigada meu Pai, obrigada meu Pai, obrigada meu Pai. Amém.

| Paula | 5:41 PM|
   Terça-feira, Maio 31, 2005
*Post editado*

Essas fotos foram tiradas no Sábado retrasado - 21.05 - na casa de minha amiga Simone. Reuniãozinha básica para reunir ajuntar (melhorou , Baiano? :P) alguns queridos e dar muita risada. Coloco-as aqui para registrar o momento.


Meu close! Tcharãããã! :D


Eu, o Bubu e a anfitriã! Pense num abraço gostoso!


Own... :}


Pronto, demorei de postar mas compensei com fotos fresquinhas. Perdoada? ;)
| Paula | 9:01 AM|
   Segunda-feira, Maio 23, 2005
Só eu tenho achado o Marcos Mion ridículo? Ele passou do cômico ao insuportável. Se perdeu com a fama e passou de hilário a penoso. Daqueles que dá dó de ver, sinto vergonha por ele. As roupas largadas agora são roupinhas da moda; parece que criou-se uma fórmula para criar um estilo "tô nem aí". E ele fica irritantemente boyzinho, bem longe do Marcos Mion dos primeiros "Piores Clipes".

Galã ele nunca foi e nunca vai ser. Mas na época que ele de fato aceitava isso ele era bem mais simpático. Agora fica forçando um estilo de "gatinho cotado" que só faz com que ele se torne um sem noção. Alguém reparou que naquele programa da MTV, exibido durante o verão, ele tava com a pele estranhamente morena? Bronzeamento artificial? Affff, me digam que não, please!

E eu vou parando por aqui. Afinal de contas, escrever falando mal dos outros na TPM é algo perigosamente provocante. O azedume impera.

| Paula | 7:50 AM|
   Quarta-feira, Maio 18, 2005
*Post deletado. É que conselho de mãe a gente não ignora.*

| Paula | 11:29 AM|
   Terça-feira, Maio 17, 2005
Adulto a-d-o-r-a brincadeira. Pode até resistir, desdenhar, ficar com vergonha, reclamar do mico... mas tudo isso é medo da exposição. É fruto da dureza que a gente adquire com os anos.

Ontem eu resolvi fazer uma coisa diferente na aula. Cada aluno tinha que escrever (em Inglês, precisa dizer?) para outro aluno como chegar em uma determinada sala do curso, pré-determinada por mim (you go straight ahead, turn left, go upstairs to the 3rd floor...). Sem saber qual era o nome da sala cada um tinha que seguir as instruções escritas pelo colega e chegar na sala correta. Para saber se tinham chegado na sala correta eles teriam que bater na porta e se identificar pros professores que estavam dando aula. Os professores já sabiam exatamente quem deveria bater na porta deles, e se o aluno desse o nome que o professor estava esperando ouvir, eles ganhavam uma balinha.

A turma ficou impossível de excitação. Risadas, olhinhos brilhando, muita história pra contar... claro que ninguém se divertiu mais do que eu . Isso não. Atividade aprovada! Mal posso esperar pra fazer a atividade com a turma do coração na quinta-feira (sim... professor é que nem mãe... diz que gosta dos filhos igualmente mas na verdade tem o preferido!), se os outros professores toparem participar de novo. Conto aqui depois como foi.

:)

| Paula | 8:21 AM|
   Segunda-feira, Maio 16, 2005
Na sexta-feira assisti "Casa de Areia". Fui com os dois pés atrás e por extrema falta de opções. Talvez por tamanho pessimismo, me surpreendi muito! Adorei o filme! As imagens são belíssimas, as Fernandas dão shows de interpretação, Seu Jorge e Luis Melodia são agradáveis surpresas e o desenrolar da história emociona. Porque mesmo disseram que era ruim? Monótono? Não achei... o filme tem um ritmo de uma doce poesia. Mulheres fortes e sensíveis dançam na tela do cinema e cativam a cada momento. Eu até assistiria de novo! Aprovado. E isso me traz muita alegria... é o cinema Brasileiro mostrando que tem qualidade e potencial ainda que fuja da fórmula Hollywoodiana. Recomendo.
:)

| Paula | 8:45 AM|
   Segunda-feira, Maio 09, 2005
Parece muito mais, mas ontem fez 1 mês.


"Amor, Deus é mesmo perfeito. Além de tudo, Ele ainda conseguiu juntar um cara que adora fazer rir com a menina que tem o sorriso mais lindo do mundo."

Que Deus conserve. Amém.

| Paula | 7:50 AM|
   Terça-feira, Maio 03, 2005
OK, passamos por fases. Eu, volúvel mais que tudo, que o diga. Tive fases em que eu e o computador éramos quase que um só ser. Hoje vivo tantas coisas que não registro aqui que chega me espanto como eu mudo de camisa, e de atitudes, de forma tão radical. Oito ou oitenta. Meu fim de semana foi intenso: teve saída com Bubú e amigos na Sexta à noite, não parei em casa no Sábado graças a programinhas com a mamãe e com Bubú e teve também programinha legal no Domingo de novo. Mas não tenho registrado minhas peripécias aqui. Nem meus planos. Nem meus devaneios. Estou vivendo uma fase de reestruturação interna e quando eu souber onde tudo isso vai me levar eu registro neste espaço. Afinal eu sempre gosto de ler meus arquivos e reviver, através das leituras, os momentos de minha vida e refletir sobre eles. A vida real anda acontecendo. Já a virtual... well, my life isn´t a blog anymore. At least, for now.

| Paula | 11:27 AM|
   Sexta-feira, Abril 29, 2005
Essa corrente foi divulgada no blog do meu amigo mais lindo, mais charmoso, mais estiloso, mais doce e mais inteligente. E eu, que sou fuleira mas pouco, respondo à mesma com um pouco de atraso. Amigo, eu demorei mas eu fiz! Obrigada por me indicar! :)

1. Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
Ser um livro? Ai... sei não, Léo, :P

2. Já alguma vez ficaste apanhadinho(a) por um personagem de ficção?
Eu não vou mentir. Já li muitos livros da Danielle Steal e me apaixonava por todos os personagens masculinos das histórias de amor xarope. Pô, ninguém é perfeito, vai! :P

3. Qual foi o último livro que compraste?
"O que faz o brasil Brasil?" Roberto DaMatta

4. Qual o último livro que leste?
O último que comprei. :)

5. Que livros estás a ler?
É feio dizer nenhum? Mas sempre tenho aberto os de Paulo Freire pra dar uma olhada.

6. Que livros (5) levarias para uma ilha deserta?
Os 5 volumes de "As Brumas de Avalon", da Marion Zimmer Bradley;
"The Camino" da Shirley McLaine;
"The Vegan Sourcebook" da Joanne Stepaniak (minha bíblia da alimentação ideal);
"Destructive Emotions" um diálogo científico com o Dalai Lama, escrito por Daniel Goleman.
Podem ser só esses? Na verdade tem 9 aí! :P

A quem vais passar este testemunho (três pessoas) e por quê?
Naty, porque ela é minha amiga devoradora de livros, oficial!
Betina, porque ela é minha amiga que mais me surpreende, então quero ver se me surpreendo com suas leituras;
Luluzinha. Ué, quero saber o que boas jornalistas andam lendo pra ficarem antenadas! ;)

Divirtam-se! :)
| Paula | 8:10 AM|
   Segunda-feira, Abril 25, 2005
OK, a qualidade desta foto nem é tão boa porque é de celular, mas eu vou colocá-la aqui para vocês conhecerem a pessoa que entrou na minha vida como quem não queria nada, e que eu jamais esperei que fosse me conquistar assim tão rápido, tão fácil. Sabe aquela história de "quando você menos espera acaba aparecendo alguém"? Eu nem comento de tão verdadeira.

Com vocês, meu Bubú. :)

Algum dia desses, comendo pizza dilíça!

| Paula | 9:05 AM|
   Domingo, Abril 17, 2005
Tempo sem escrever aqui. Tempo. Palavra bem relativa essa. Eu tinha minhas dúvidas de que ele era mesmo relativo mas aí o destino pregou uma daquelas peças pra me provar que sim. Além dele ser relativo, as estatísticas são burras (já falei disso aqui) e simplesmente não há regras óbvias e fixas pras coisas. Cada caso é um caso, cada qual é cada qual e há muitas forças ocultas regendo nossas vidas que nós não temos sequer a capacidade de conseguir entender como funciona. Eu só sei que tive um sonho me avisando que algo muito bom ia acontecer e aconteceu. Coincidência? Jamais. Elas simplesmente não existem. E eu quero é continuar sendo surpreendida. :)

| Paula | 2:17 PM|
   Terça-feira, Abril 12, 2005
Então meu fim de semana foi muito bom. Fui até ver umas bandas de reggae tocando em um tributo a Bob no sábado, com direito a chuva e tudo mais.

Mas é claro que no meio de um fim de semana perfeito eu tinha que pagar meu(s) mico(s). Por que ninguém me avisou que os sanitários da praça da alimentação do terceiro andar do Iguatemi, aqueles que ficam ao lado da Marieta, agora são ambos masculinos? Eu sou lerda, assumo... mas eu não sabia! Anos e anos freqüentando aquele sanitário e, do nada, eles resolvem mudar?!?! Tinham que fazer um comunicado oficial, enviar mala direta, enviar e-mails explicando a mudança, anunciar no som do shopping de 5 em 5 minutos. As placas na porta da entrada, nas quais se lê "Sanitário Masculino", jamais são suficientes - pelo menos não para mim.

Entrei no banheiro direito me achando, crente que tava tudo certo. Quando me deparei com a pia e os espelhos... "O que é que esses homens todos estão fazendo no banheiro feminino?!?!?!?!?!?!". Claro que eu não pensei de primeira que quem estava no lugar errado era eu. Quando caiu a ficha, eu saí do banheiro dando risada com um dos pensamentos mais imbecis de todos os tempos: "Ah! Eles devem ter trocado. O banheiro feminino agora é o outro aqui do lado!". Não satisfeita, lá fui entrar na porta do lado, no OUTRO banheiro masculino. Vários caras me olhavam sem crer no que viam, até que teve um que se condoeu e veio me resgatar vendo que eu fiquei totalmente sem ação e fora de mim por causa da vergonha. "Ó, os banheiros femininos agora são lá do lado do Multiplex.", esclareceu-me o bom rapaz.

E se antes eu estava andando de cabeça baixa a ponto de não enxergar as placas que diziam "Sanitário Masculino", agora eu só faltava me arrastar pelo chão de tanta vergonha. Pulxa, tinha que ter um truque pra gente ficar invisível nessas horas!

E eu hei de confessar: esse não foi o único mico do fim de semana. Teve uma queda também, mas essa eu deixarei para relatar em outra oportunidade. Chega de mico por agora, afinal, preciso me convencer de que não tem nada de errado com minha própria pessoa. Ser lerdinha de vez em quando faz parte. ;)

| Paula | 7:34 AM|
   Segunda-feira, Abril 11, 2005
AMO essa música. Mas a melhor parte nem é essa... e eu acabo de me tornar a blogueira maaaaaaaaaaaaaaais enigmática de todo os tempos, hehehe.

Frisson
(Tunai/ Sérgio Natureza)

Meu coração pulou
Você chegou, me deixou assim
Com os pés fora do chão
Pensei: que bom!
Parece, enfim, acordei
Pra renovar meu ser
Faltava mesmo chegar você
Assim, sem me avisar
Pra acelerar
Um coração que já bate pouco
De tanto procurar por outro
Anda cansado
Mas quando você está do lado
Fica louco de satisfação
Solidão nunca mais

Você caiu do céu
Um anjo lindo que apareceu
Com olhos de cristal
Me enfeitiçou
Eu nunca vi nada igual
De repente
Você surgiu na minha frente
Luz cintilante
Estrela em forma de gente
Invasora do planeta amor
Você me conquistou

Me olha, me toca
Me faz sentir
Que é hora, agora
Da gente ir

| Paula | 9:06 AM|
   Sexta-feira, Abril 08, 2005

Eu tou surrindo à toa. ;)

| Paula | 11:46 AM|

 

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Paula/Female/21-25. Lives in United States/Colorado/Colorado Springs/Greenbriar, speaks Portuguese and English. Spends 20% of daytime online. Uses a Normal (56k) connection. And likes Ler/Ouvir música.
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